Revolução Nintendo.

N-Portugal

Revolução Nintendo.

Arquivo de Junho de 2009

Magic Made Fun foi lançado para a Nintendo DS com um baralho de cartas e pretendia explorar o ilusionista que existe em cada um de nós. Apesar do cartucho oferecer um interessante conjunto de truques / minijogos, o sucesso comercial foi tão discreto que depressa desapareceu das prateleiras para surgir inesperadamente na caixa dos jogos em saldos.

Não era certamente esta a ideia de “magia” que a Nintendo tinha. Talvez por isso tenham levado o truque da desaparição um pouco mais à frente. Não se trata já de apresentar o espectáculo num espaço físico mas de, tal com nas sessões via televisão, levar o entretenimento directamente até casa. Aproveitando o DSiWare como veículo de distribuição, a Nintendo provoca a aparição de pequenas partes do jogo original em shows individuais. Com o bilhete a custar 200 Nintendo Points para casa, será este um espectáculo digno de assistir ou tratar-se-á de uma ilusão sem magia? Continuar a ler »

Sem memórias, não seríamos nada. Se eu não me lembrasse do que senti ao jogar Another Code, jamais poderia escrever esta análise. Se eu não tivesse memória nem sequer teria aprendido a escrever, em primeiro lugar. Mas nem todas as recordações são boas. Muitos de nós gostariam de apagar episódios infelizes, eliminando-os com uma espécie de varinha de condão. Esta natureza dual da memória é explorada na primeira obra da Cing para a Nintendo DS, Another Code: Two Memories… uma aventura inesquecível. Continuar a ler »

A aguardada continuação do excelente Another Code (cuja análise podem conferir aqui) chegou finalmente aos escaparates das lojas portuguesas! Intitulada Another Code R: A Journey Into Lost Memories, esta aventura gráfica foi produzida pela Cing (responsáveis pelo título original e por Hotel Dusk) e publicada pela Nintendo como um exclusivo Wii. Para assinalar o acontecimento, a Nintendo divulgou um comunicado de imprensa, juntamente com algumas imagens desta sequela. Continuar a ler »

Magic Made Fun foi lançado para a Nintendo DS com um baralho de cartas e pretendia explorar o ilusionista em cada um de nós. Apesar do cartucho oferecer um interessante conjunto de truques / minijogos, o sucesso comercial foi tão discreto que depressa desapareceu das prateleiras para surgir inesperadamente na caixa dos jogos em saldos.

Não era certamente esta a ideia de “magia” que a Nintendo tinha. Talvez por isso tenham levado o truque da desaparição um pouco mais à frente. Não se trata já de apresentar o espectáculo num espaço físico mas de, tal com nas sessões via televisão, levar o entretenimento directamente até a casa. Aproveitando o DSiWare como veículo de distribuição, a Nintendo provoca a aparição de pequenas partes do jogo original em shows individuais. Com o bilhete a custar 200 Nintendo Points para casa, será este um espectáculo digno de assistir ou tratar-se-á de uma ilusão sem magia? Continuar a ler »

Se pensarmos que a primeira consola da Atari viu a luz ainda na década de 70, assombrosamente nos consciencializámos de que esta indústria já passou os 30 anos. Com a cada vez maior reivindicação de um certo estatuto cultural (seja lá de que tipo for), protagonizada por programadores e jornalistas da especialidade, é na fase em que a indústria se expande que as reacções mais conservadoras funcionam como barómetro para o grau de maturidade deste sector do entretenimento. Mais de 30 anos após a primeira consola e com uma Nintendo a regressar às origens deste sector, ainda há quem ignore completamente o consumidor e o desrespeite quando este questiona um serviço negligente. Continuar a ler »

A série Punch-Out!! da Nintendo dispensa grandes apresentações. Um dos mais famosos jogos de boxe da história dos videojogos que sempre se destacou pela diferença e pelo elevado carisma, tendo criado um grande legado de fãs após a sua estreia na NES que resultou no discutível estatuto de jogo de culto. Continuar a ler »

A tarde começou com um encontro combinado entre N-Portugal e Rumble Pack na entrada do Vasco da Gama, dai partimos logo para o nosso destino, a sede da Nintendo Ibérica – Sucursal em Portugal.

Para aqueles que não sabem, quem representou a N-Portugal foi a Majo-san e eu, DStuart. O Tony_tha_Mastha foi em representação do Rumble Pack. Continuar a ler »

A Rising Star Games, responsável pelos lançamentos europeus de No More Heroes, Little King’s Story e, brevemente, Muramasa: The Demon Blade, Ju-On: The Grudge e Arc Rise Fantasia, acaba de assumir a edição de Fragile: Farewell Ruins of the Moon em território europeu, para o início de 2010. Continuar a ler »

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Nintendo Media Summit 2010 – vídeo-reportagem »

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