Muito texto, um contexto – Nintendo.

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Muito texto, um contexto – Nintendo.

Harry Potter and the Half-Blood Prince

Rodrigo Dias 13 de Julho de 2009

Pontuação:★★★☆☆

Harry Potter and the Half-Blood Prince

A acção divide-se essencialmente em partidas de Quidditch, duelos mágicos, fabrico de poções e alguma – muito breve – exploração de Hogwarts. À excepção das já mencionadas mezinhas mágicas, os restantes aspectos acabam por decepcionar. Os jogos de Quidditch são fascinantes nas primeiras 2 ou 3 vezes, mas depressa se tornam algo repetitivos: controlando um seeker a bordo da sua vassoura, teremos de o guiar com o ponteiro para que passe por anéis estrategicamente colocados pelo cenário, até que consiga apanhar a fugidia Snitch, garantindo a vitória da equipa. Os duelos passam pelo mesmo problema, acrescentando-lhe outro de suma importância – controlos mal trabalhados.

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O Wiimote e o Nunchuk têm de ser usados em conjunto no lançamento de feitiços. Um movimento descendente do Wiimote (waggle) activa o clássico Stupefy. Diferentes tipos de movimento com Wiimote e Nunchuk originam feitiços de desarme (Levicorpus e Expelliarmus) e defesa (Protego). No entanto, os nossos esforços são constantemente ignorados – e em vez de um providencial Expelliarmus acabam por fazer um Protego desnecessário, enquanto o adversário vos desarma facilmente e mata com uma rajada de feitiços atacantes – parece que também o computador sabe o que é uma wagglefest. Mas se o computador faz isto, também nós o conseguimos, e é esse o outro defeito dos duelos: assim que o oponente fica à nossa mercê, o agitar sem misericórdia do Wiimote deixa-o KO em segundos. Afinal, os reflexos das personagens são lentos, muuuuuuuuuuuuuu*meia-hora depois*uuuuuito lentos.

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E, infelizmente, isso repercute-se na exploração do castelo. Harry pode correr feliz e contente… até se deparar com uma qualquer esquina ou relevo, porque aí pára repentinamente e demora uma eternidade a voltar ao compasso original. Essa situação agrava-se quando a personagem faz sprint. Aparentemente, Harry é incapaz de abrandar momentaneamente para mudar de direcção ou saltar por cima de/evitar pequenos obstáculos, detendo-se por tudo e por nada. Agora imaginem as peripécias passíveis de ser encontradas num castelo medieval cheio de corredores e situado no alto de uma colina/montanha… imagem pouco agradável, não é? Para evitar que nos percamos por Hogwarts, diminuindo a frustração destas viagens, há sempre personagens que nos podem levar aos destinos de determinada missão, guiando-nos eficazmente. O mapa do Salteador também está de volta, expondo toda a Hogwarts e as áreas por desbloquear.

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