Faz ano e meio que os possuidores de uma Wii tiveram acesso à primeira aventura de Lara Croft na consola da Nintendo, Tomb Raider: Anniversary. O mesmo baseia-se na aventura original e oferece uma viagem igual à que foi oferecida no ano de 1996 mas com personagens, cenários e controlos redesenhados. Para Tomb Raider: Underworld foi prometido uma mudança de rumo, um motor de jogo novo que seria capaz de estar à altura da pergunta lançada pelo director creativo do projecto – ‘What Could Lara Do?’ (o que poderia Lara fazer?). Continuar a ler »
Artigos publicados por jml lourenço
Imaginemos um dia em que tudo corre mal. Cada coisa que acontece parece ter sido cuidadosamente calculada com determinado grau de malvadez e só desejamos que o dia acabe o mais depressa possível. Agora imaginemos que podemos viver o pior dia da vida de outra pessoa mas que podemos repetir cada momento até conseguirmos resolver cada coisa má que aconteceu. Curioso não? É precisamente esse tipo de experiência que é oferecida por Disaster: Day of Crisis. Resta saber se a palavra Disaster (desastre) ajuda a enfatizar a sequência de más coincidências na vida do personagem principal ou se por fim acaba por descrever a qualidade do título.
A série Need for Speed teve início em 1994, quando o primeiro jogo foi lançado para a consola 3DO da Panasonic. Em apenas dois anos seria ainda editado para PC, Playstation e Sega Saturn. Desde então a lista de títulos cresceu para 16, quase todos marcados por alguma desilusão e um afastamento da ideia original que consistia em simulação realista de condução. Com a excepção de dois jogos – o primeiro e Porsche Unleashed – a tendência tem sido para criar uma experiência mais arcade ao estilo de filmes realizados por Michael Bay.
Need for Speed: Undercover coloca o jogador no lugar de um policia à paisana cujo papel é infiltrar-se numa organização criminosa. Para tal terá de se fazer passar por condutor de risco, desempenhando pequenos serviços que requerem sempre a violação de regras de tr¢nsito, nomeadamente o excesso de velocidade. A missão, que por alguma razão estranha é considerada ultra secreta, não envolve os policias de serviço que por consequência farão todos os possíveis para travar o personagem principal. O único contacto com a lei é a agente federal Maggie Q. cuja forma física é invejável e que tende a aparecer nos vídeos que antecedem os diferentes capítulos. Curiosamente a agente pertence a um departamento cujos interesses passam apenas por carros roubados sendo que estupefacientes e assassínios são irrelevantes! O personagem principal não chega a ter espaço para se mostrar, não assume em demasia o papel de criminoso mas também não se apresenta como individuo exemplar. Não é bom nem mau, cumpre a sua missão. Isto não implica que não existam exageros no que toca à violação de regras de cidadania, até porque são selo de marca de Need for Speed. Pouco mais fica para acrescentar quanto ao argumento do jogo, tudo o resto roda à volta das perseguições, fugas e cenas de acção na estrada.
A perseguições são obrigatórias para cumprir alguns objectivos mas podem também ser iniciadas entre missões. Pode ser necessário conduzir para uma determinada zona da cidade para iniciar uma missão e basta um comportamento mais agressivo para que a policia entre em acção. De qualquer modo, é nas missões cronometradas que as perseguições fazem mais sentido. Nestas é necessário cumprir um determinado objectivo dentro de um tempo limite. Pena é que se tornam repetitivas, a fórmula é quase sempre a mesma, carjacking, conduzir o carro até determinada zona da cidade sem o danificar demasiado e de forma a despistar a policia, tudo dentro do tempo limite.
O jogo promete acesso a um mundo aberto onde o jogador tem a liberdade de se movimentar em qualquer direcção dentro da cidade. No entanto o prometido não é cumprido. Em muitas estradas podemos encontrar obstáculos que impedem a progressão em determinado sentido. Alguns dos bloqueios chegam a ridicularizar a ideia original, impedindo o jogador de percorrer um caminho que já conhece de outra missão. Tr¢nsito cruzado e horas de ponta, pormenores de esperar numa metrópole, são também evitados. Algumas estradas encontram-se completamente vazias, enquanto que noutras encontramos pouquíssimos veículos e em raros casos… veículos repetidos.
Existem duas coisas que crescem ao mesmo ritmo que o universo de Star Wars: a legião de fãs e a carteira de George Lucas. O ano de 2008 apresentou-se favorável aos seguidores da saga, não só em videojogos como também no cinema e na TV. O lançamento da série de televisão Star Wars: The Clone Wars terá sido o principal impulso. Em Novembro chegou à DS o título The Clone Wars: Jedi Alliance. Ao contrário de outras consolas da Nintendo, a nossa dual screen portátil não tem seguido um caminho brilhante no que toca a jogos da gigante LucasArts. Depois de algumas desilusões, inclusive de outro lançamento de 2008, esperamos algo com ,força suficiente para fazer a diferença na DS. Parece-nos que talvez a aliança Jedi seja suficiente. Continuar a ler »
Longe vai o tempo em que o 2D dominava consolas e PCs. Os anos 90 foram marcados pelo lançamento de uma série de títulos que mudaram essa realidade. Em particular no ano de 1996, o lançamento de Quake, Super Mario 64 e Tomb Raider (TR), traria ao mundo a ideia de que o futuro dos videos jogos estaria na exploração do 3D para criação de experiências mais envolventes e ambientes mais realistas. Após lançamento de Tomb Raider, Lara Croft rapidamente se tornou em obsessão mundial, o que eventualmente levou à criação de 2 filmes e 6 sequelas do título original, tudo em apenas uma década. Continuar a ler »
Parece não haver review que não toque nas semelhanças entre Ōkami e The Legend of Zelda. A verdade parece ser mesmo essa, Ōkami está repleto de pormenores oriundos do universo do clássico da Nintendo. No entanto, muitos outros jogos terão já tentado incluir alguns desses pormenores que fazem de The Legend of Zelda um clássico intemporal. Continuar a ler »

