Nintendo – Contando o dinheiro desde 1889.

N-Portugal

Nintendo – Contando o dinheiro desde 1889.

Impressões

Na passada Gamescom, o rato da Disney esteve presente, assim como o seu mais recente título exclusivamente para a Wii: Epic Mickey. Num estilo semi-sandbox do demo, que deverá com certeza arrastar-se para o jogo final, é-nos possível escolher no hub world, uma localidade à nossa escolha. Com tempo limitado, este vosso amigo decidiu enveredar pela quest Small World por intermédio dum diálogo com uma personagem muito semelhante a uns dos sete anões do conto da Branca de Neve. Ou então era mesmo um deles, visto estes marcarem presença no catálogo Disney. Continuar a ler »

No dia 21 de Julho a equipa N-Portugal foi surpreendida com Sonic Colours no evento Post E3 2010 em Lisboa.  Como todos sabem, é uma franchise da SEGA. Como tal, não esperava destaque para jogos third-party como este. Continuar a ler »

Numa indústria que vive muito do sucesso imediato e que gosta de contabilizar vendas na casa dos milhões, Ōkamiden é uma raridade: uma segunda incursão numa franchise que passou anteriormente, sem grande alarido comercial, por duas das maiores consolas caseiras de sempre – a PS2 e a Wii. E numa consola portátil onde o género aventura costuma ser maltratado, com títulos muito simplificados ou até mesmo desnaturados relativamente aos congéneres caseiros, Ōkamiden é uma lufada de ar fresco: uma obra que não só retém o carisma e encanto do original, como edifica inovações sobre as bases previamente assentes. Continuar a ler »

Quando Donkey Kong Country Returns foi revelado ao Mundo pela primeira vez na E3 deste ano, comparações entre a Retro Studios, responsável por este ressuscitamento, e a Rare, que tantas alegrias – nomeadamente os originais Donkey Kong Country – deu aos fãs da Nintendo na década de ’90, não se fizeram esperar. O valor e validade destas afirmações deixa, a meu ver, algo a desejar… contudo, dizer que Returns é o novo DKC não me parece, de todo, descabido. Continuar a ler »

A demo de The Legend of Zelda Skyward Sword foi uma das desilusões do Post-E3 tour da Nintendo. As minhas expectativas eram altas e a experiência ficou um pouco aquém do esperado. Não passa mesmo de uma tech demo para mostrar a jogabilidade do título. Continuar a ler »

Depois de muito aparato publicitário, o MotionPlus tem sido escassamente utilizado nas mais recentes produções Wii. Sendo FlingSmash um dos raros empregadores do acessório, foi com natural curiosidade que o experimentei. Confesso que foi uma demonstração agridoce… Continuar a ler »

Epic Mickey e Kirby’s Epic Yarn. Estes dois jogos distintos, um da Junction Point, outro dos estúdios Good Feel/HAL Laboratory, partilham várias características – enquadram-se ambos no género plataformas (apesar do primeiro tender a ser uma aventura de acção), saem em 2010, são exclusivos Wii, têm o adjectivo Epic no título. Contudo, a porventura mais interessante característica comum a estas duas grandes produções: ambas constituem reinvenções de personagens estagnadas. Continuar a ler »

A Nintendo é regularmente criticada por usar a sua mascote e respectivos amigos em jogos de desporto. Começo então este artigo por frisar desde já que não concordo com essa crítica. Não é a personagem que faz o jogo, mas sim a sua jogabilidade. Se o jogo é bom, o que é que adiantaria estarem lá personagens desconhecidas ou modelos realistas em vez da carismática família de Mushroom Kingdom?

Produzido pela Square Enix, Mario Sports Mix é um exemplo disso. Desta vez, em vez de um só desporto mais desenvolvido, temos 4 mais simplificados: basquetebol, voleibol, hóquei e dodge ball (a versão americana do jogo do mata), sendo que na demonstração disponível no evento Post-E3 Tour só estavam disponíveis os 2 primeiros.

Começando pelo melhor desporto entre os disponíveis, o basquete (não fosse o Mario Hoops 3 on 3 para a Nintendo DS produzido pela Square Enix), as partidas são disputadas entre duas equipas de 2 jogadores. Isto descarta logo a necessidade de personagens controladas pela consola em sessões entre 4 jogadores. O jogo é muito simples, passar e roubar a bola, saltar, lançar e usar itens. Os controlos são igualmente acessíveis: analógico para movimentação, A para roubar e passar a bola, B para usar itens e tudo o resto é feito com movimentos do wiimote (lançamentos, saltos, etc.).

O voleibol é igualmente divertido. No entanto, tal como em partidas reais, o jogo só ganha interesse quando ambos os jogadores percebem a mecânica de jogo, desenvolvem cooperação e sentido de equipa e começam a passar a bola para o outro lado da rede com sucesso. O jogo é ainda mais simples que o basquetebol em termos de controlos: analógico para movimentar, B para usar itens e os movimentos tratam do resto (saltos, passes, remates, manchetes, etc.).

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Este deve ser um dos poucos jogos de desporto colectivos em que é mais fácil jogar cooperativamente com uma pessoa do que sozinho com a ajuda da consola. Isto deve-se ao facto da personagem que o jogador controla não ser obrigatoriamente o que tem a bola, como acontece, por exemplo, em jogos de futebol. Neste caso é como se a personagem controlada pela consola fosse mesmo um substituto de uma personagem humana. Isto não impede, no entanto, que o jogador mude a personagem que está a controlar com um toque no botão C do nunchuck.

Mesmo sendo feito pela Square Enix, Mario Sports Mix não podia ser mais característico da Nintendo, já que mistura simplicidade e qualidade como mais ninguém sabe fazer. Promete também ser o jogo de desporto ideal para festas e reuniões de família: a mecânica é simples, a curva de aprendizagem mínima e a diversão garantida.

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